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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

DOCE DE MAMÃO

Fonte: Michelly Lima


O mamão tem sua origem na região tropical das Américas, provavelmente entre o sul do México e o noroeste da América do Sul. No Brasil, passou a ser conhecido no início do século 17 na Bahia – que tem o maior foco produtivo, seguido pela região de Linhares, no norte do Espírito Santo. O fruto é muito rico em vitaminas A e C além disso pode ser consumido de várias formas, dentre elas o doce que pode ser feito do fruto maduro ou verde. Doce caseiro que ainda não é comercializado.

DOCE DE MANGA


De origem Africana, a manga chegou ao Brasil por volta de 1700, trazidas pelos portugueses. A fruta da mangueira é encontrada em grande proporção principalmente na região Norte do país com uma variedade de formas e sabores. No município a manga é encontrada com grande facilidade, já que a mangueira é bem comum por essa região, pensando no aproveitamento dessa fruta, por aqui fazemos doces e geleias, tornando- o uma sobremesa típica. Doce produzido durante a época da fruta que ainda não é comercializado.

Fonte: Michelly Lima

BEIJU COM CARNE SECA

Fonte: Michelly Lima


De origem indígena, tipicamente brasileiro é considerado um dos mais tradicionais símbolos da região norte. O beiju é feito da fécula extraída da mandioca (polvilho). Consumido nos horários de lanche substituía o pão, espalhado pelo Brasil ele ganhou diversos modo de fazer e recheios para acompanha-lo. Dentre eles estão o beiju com carne seca desfiada, com queijo e ovo frito. Com um apetitoso gosto ele compõe o prato dos arraianos. Presente no café da manhã da comunidade arraiana, é um prato caseiro não comercializado.

QUARENTA


Conhecido por poucos o quarenta é uma espécie de cuscuz cozido ao leite e temperado com sal, açúcar e manteiga. Com toda essa composição de ingredientes o mesmo ganha uma forma sólida depois de cozido, podendo ser consumido em fatias e acompanhado de leite ou café. Esse alimento pode ser consumido no período do lanche. Prestigiado pelo fato de ser muito saudável. Presente no café da manhã da comunidade arraiana, prato caseiro não comercializado.

Fonte: Michelly Lima

CUSCUZ COM QUEIJO


Fonte: Michelly Lima
Como tantas outros pratos culinários são influenciados na cultura tocantinense, o cuscuz de origem Árabe originário da Magrebe (região do norte da África), chegou ao Tocantins e ganhou diversas variações, dentre elas estão o cuscuz com queijo que era usado por ancestrais da época para tomar café da manhã antes de ir para a roça, pois o alimento é bastante forte e o indivíduo após come-lo era capaz de ficar um bom tempo sem sentir fome. Faz parte do café da manhã dos arraianos podendo ser encontrado nas residências da comunidade, porém não é comercializado.

ARROZ COM PEQUI


 A culinária tocantinense foi influenciada pela comida goiana, pelo fato do estado antes fazer parte do Norte Goiano. Junto com essa influência veio o pequi. Fruto de cor amarela, cheio de sabor e peculiaridade visto em boa parte das receitas típicas, com característica do Cerrado, o fruto é rico em vitaminas, sais minerais e carotenoide, pode ser usado em forma de polpa ou inteiro, sendo usado na mistura do mesmo com arroz e carne de sol que no decorrer dos anos invade a mesa dos arraianos.  
É um alimento tipicamente caseiro não comercializado.
Fonte: Michelly Lima

PAÇOCA


Considerada parte da identidade arraiana e a melhor do sudeste do Tocantins, a paçoca de carne de sol e farinha de mandioca, e triturada no pilão de madeira, é uma herança preservada e apreciada pela população local e visitantes. Usa antes para saciar a fome dos viajantes que cruzavam a região a cavalo, a paçoca era carregada em um recipiente chamado de alforje e ou buraca “Bolsa de Couro”, a qual permanecia conservada por vários dias. Em Arraias, o Senhor Rômulo da Costa Madureira produz cotidianamente essa iguaria a partir da receita que aprendeu com seus pais, para vender aos arraianos e aos visitantes da cidade


quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Bolo de Arroz

Comum nas mesa dos habitantes de Arraias o bolo de arroz, feito do fubá retirado do arroz, que fica de molho na água de um dia para outro, triturado no pilão de madeira e assado sobre a folha bananeira verde, no forno aquecido a lenha é um dos pratos típicos da cultura impar da cidade.
Fonte: Michelly Lima
Outrora era feito para o consumo em dia de grandes festejos religiosos, com destaque nas rezas da semana santa e nas folias. Hoje a comunidade arraiana tem o alimento como um dos seus importantes pratos na composição do café da manhã e no lanche da tarde. Pode ser encontrado para venda na casa da Dona Josefa, mais conhecida como “Zefa do bolo” ou Dona “Zefa”, em frente ao Fórum Municipal.